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© Cantinho do Azeite. 

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Os pesquisadores espanhois continuam em sua luta para orientar a população sobre os benefícios do azeite. Desta ves é o professor Jordi Salas, diretor do Centro Catalão de Nutricão do Instituto de Estudos Catalães.

 

Veja esta tradução do artigo de José A. Puglisi: http://www.redaccionmedica.com/noticia/la-curacion-silenciosa-del-aceite-de-oliva-89310

 

O azeite de qualidade é um guardião silencioso do organismo. Sua presença em uma dieta e estilo de vida saudável ajuda a reduzir em 30 por cento o risco de doença cardiovascular e diabetes em 40 por cento. Há ainda  outros benefícios ainda pouco conhecidos, como e sua capacidade de ajudar na luta contra a obesidade,  "um dos principais problemas enfrentados por Espanha", diz Jordi Salas, diretor do Centro Catalão de Nutricão do Instituto de Estudos Catalães (Ccniec)” . Estas informações serão discutidas em sua apresentação no “ciclo de Diálogos saudáveis” a ser realizada nesta quarta-feira, 4 de novembro, em Bilbau.

 

Com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) em mente, Salas recordar que, entre 23 e 24 por cento da população espanhola com mais de 18 anos tem excesso de peso. Os resultados, porém, são semelhantes a outros países europeus como a França ea Itália posto de assistência à infância, quando as taxas são observadas. "A Espanha é um dos países com o maior percentual de obesidade na infância, o que mostra que o problema está se movendo para as próximas gerações", explica ele.

 

O Professor de Ciências da Nutrição e Alimentação da Universidade de Rovira i Virgili acredita que o aumento do número de casos de excesso de peso e obesidade está sendo promovido por um aumento no consumo de gorduras saturadas. "Há evidências de que o consumo de energia na forma de gordura saturada do que 10 ou 15 por cento gera ganho de peso e aumentam o risco de desenvolver algum tipo de doença cardiovascular", acrescenta.

A este respeito, destaca os benefícios do azeite de oliva extra virgem, sendo uma gordura monoinsaturada com antioxidantes que permitem uma maior regulação do corpo. "No entanto, devemos estar conscientes de que o uso per se de azeite não é a solução, mas deve ser acompanhada de uma dieta saudável e um estilo de vida pouco sedentário", diz Salas.

Uma fórmula que, se bem aplicado, dar resultados dentro de um ou dois meses, quando "começa a perceber uma redução nos níveis de colesterol, mas os seus melhores benefícios, embora invisível a olho nu, são ampliados com o consumo prolongada no tempo", diz o álestrante.

Embora assegure que a dose adequada de azeite depende da dieta é consumida, a média seria de cerca de 50 gramas por dia ou equivalente a cinco colheres de sopa. "Não há indicação  para uma dose máxima de consumir, mas devemos ser cautelosos e evitar o abuso no consumo de gorduras.

"Os efeitos positivos do azeite extra-virgem são conhecidos no país, embora às vezes parece que nós não acreditamos nisso em nosso país", disse Salas. Neste sentido, recorda que quando o estudo foi apresentado teve um impacto maior nos Estados Unidos e em outros países. Uma tendência que ele acredita que pode mudar se um compromisso estratégia multinível para "ser capaz de atingir toda a população, sobretudo a escolas, cantinas, restaurantes e pais através de campanhas de defesa e da consciência."

SE não mudares os hábitos alimentares, Salas prevê que a população espanhola para os próximos  50 anos terá mais obesos, bem como níveis mais elevados de mortalidade por doenças cardiovasculares e câncer. "É muito provável que se continuar assim, muitos países têm-nos a vencer na expectativa de vida", acrescenta.

Azeite Extra Virgem - O Guardião Silencioso do Organismo

 

 Jordi Salas

 diretor do Centro Catalão de Nutricão 

do Instituto de Estudos Catalães.

 Produção de Azeite na Casa de Santo Amaro.

Mirandela, norte de Portugal.

Foto de Francisco Pavão